Rebeca Duque
As bebidas energéticas foram criadas para estimular o cérebro de pessoas submetidas a grandes esforços físicos e em “coma de estresse”. Elas são comercializadas no mundo inteiro para aumentar a resistência física, agilizar a capacidade de concentração e a velocidade de reação, dando mais energia, além de melhorar o estado de ânimo. Tudo isso é disponibilizado em apenas uma lata.
Alguns países, como a França e a Dinamarca, proibiram a utilização do produto em seus territórios, por ser considerado um coquetel da morte, contendo componentes químicos perigosos. Seus efeitos eram parecidos com o de uma droga alucinógena, que serve para acalmar o estresse.
O estudante Bruno Lopes, sempre que vai às festas gosta de tomar um energético para ficar esperto. “Eu sempre tomo uma latinha de Red Bull, acho que não faz tão mal quanto as pessoas dizem. Nunca senti nada demais, pelo contrário, consigo passar a noite toda na festa, sem ter tanto sono. Mas também quando eu chego em casa, durmo tranquilamente”.
Essas bebidas conseguiram chegar a cerca de 130 países desde a sua invenção, com um faturamento anual para seus fabricantes de, aproximadamente, 21 bilhões de dólares, relativo à venda de três bilhões de latas. Os jovens e os esportistas são os símbolos da utilização do produto, dois segmentos atrativos que foram cativados pelo estímulo causado pela bebida.
O professor de educação física, André Almeida, diz que alguns dos seus alunos costumam tomar sempre uma lata de energético antes de começar o treino. “Eles dizem que ficam com mais energia, depois de tomar um Red Bull, Night Power, ou algo do gênero. Se não for em excesso, creio que não exista nenhum tipo de problema”.
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